Uma solução diáfana em Sevilha para o ‘caso Fernando’

O brasileiro está considerando a cirurgia para resolver seus problemas no tornozelo, o que o fará perder o resto da temporada, e Lopetegui deve escolher bem seu substituto

Fernando Reges é um dos pilares do Sevilha FCmembro honorário do chamado triângulo de segurança (junto com Koundé e Diego Carlos) que permitiu aos Nervionenses serem fiáveis ​​na defesa. O segundo classificado de LaLiga também é o menos pontuado (18)uma circunstância em que o trabalho do brasileiro é em grande parte culpado, um extintor de incêndio em sua posição natural de pivô defensiva, mas também a primeira substituição de seu treinador, Julen Lopetegui, na ausência de seus zagueiros e Rekiko único substituto nato para o eixo traseiro, em uma lacuna óbvia (risco assumido, em qualquer caso) dentro do planejamento liderado por Monchi.

O ex da cidade é o trimestre dinheiro do esquadrão vermelho e branco com mais minutos disputado (terceiro em campo), sem que ninguém o superasse nos duelos de Campeões. Um bom motivo para renová-lo até 2024, embora ele faça 35 anos no próximo verão. Ninguém duvida da importância do jogador brasiliense neste Sevilha, embora, infelizmente, as lesões o estejam prejudicando nesta temporada. reservado no Copa do Rei, ele perdeu até quatro jogos por lesão ou precaução, sendo substituído em outros dois antes do tempo. Sua última doença, uma torção de tornozeloestá dando a ele mais guerra do que o necessário, a ponto de, embora tenha previsto antes das oitavas de final da UEL em Zagreb que o deixaria em paz entre agora e o final do exercício, a verdade é que o seu futuro concurso está em interdito.

Desta forma, Fernando estaria em Portugalconsultando um especialista sua confiança na conveniência de fazer cirurgia para resolver definitivamente o seu inconveniência na área, embora isso signifique não jogar novamente até a próxima temporada. Obviamente, a decisão que ele tomar estará de acordo com o que pensam os serviços médicos do clube Nervionense e seu treinador, Julen Lopetegui, embora tê-lo assim não ajude muito. Se o perder nos últimos dois meses de competição, o basco terá que puxar Gudelj como centro de emergência (e Acuña ou Montiel em casos extremos), assim como o resto dos meio-campistas e o próprio Balcã para atuar como pivô. Na pesquisa proposta pelo ESTADIO Deportivo, os leitores não têm dúvidas: a decisão é clara, porque um 93% acredita que o melhor substituto possível para o luso-brasileiro seria Delaneymuito à frente de opções como Joan Jordan, Oliver Torrespróprio Gudelj ou Rakitic.

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