os monegascos em isenções desfavoráveis ​​após a derrota para Portugal na primeira rodada da 16ª mão da Liga Europa

A campanha europeia deveria trazer alguma alegria ao final da temporada monegasca. Em última análise, apenas confirma os problemas recorrentes dos jogadores do Rock, que têm sido muito erráticos desde o início da temporada. Capaz de vencer no Vélodrome Laranja (0-1), para perder poucos dias depois no relvado do 4º lugar do Campeonato de Portugal (2-0). Contra o Braga, na quinta-feira, 10 de março, os companheiros de Wissam Ben Yedder sofreram demais para esperar um retorno melhor no Principado.

No terceiro minuto, após um padrão de jogo defensivo, o ASM abriu o placar e teve primeiros minutos turbulentos. À pressão do bloco português, os jogadores de Philippe Clement reagiram de forma febril e concederam várias oportunidades perigosas. De um desfile de Nübel a postos salva-vidas, Mônaco às vezes parecia estar por um fio.

Depois de meia hora defendendo e suando muito, os monegascos comandados por Gelson Martins – foram um dos poucos a criar oportunidades finalmente conseguiu levar as defesas portuguesas ao seu limite. Com uma pequena bola colocada da direita, este último ainda marcou o empate. Não permitido para posição de impedimento. Poucos minutos depois, foi o mesmo com um cabeceamento do capitão Ben Yedder.

Após essa onda de orgulho, o Mônaco continuou a sofrer ao retornar do vestiário. Nunca afiados, nem perigosos, apesar da posse de bola a seu favor (62-38%), os Vermelhos e Brancos foram por vezes surpreendidos no contra-ataque. No total, apesar da posse de bola, o português rematou mais à baliza (15 remates para o Braga, 9 para o Mónaco), e também enquadrou melhor os remates (6 remates à baliza em 3). Já no final da corrida foi o suplente Vitor Oliveira que dobrou a vantagem, permitindo à sua equipa aproximar-se da segunda etapa com um colchão mais confortável de antemão.

Agora em uma posição desfavorável, o Mônaco jogará grande para a partida de volta na quinta-feira, 17 de março (18h45). Philippe Clement e seus jogadores precisam marcar pelo menos duas vezes e certamente mostrarão uma cara diferente. Neste inverno, o treinador belga foi particularmente atraído por seu desejo de oferecer um futebol ofensivo. Cabe agora a ele provar que sua reputação não foi usurpada.

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