Les Bleues dominam Portugal na entrada na Liga das Nações

Um mês e meio depois da eliminação nas quartas de final da Copa do Mundo contra a Austrália (0-0, 6-7 nas guias), os azuis voltaram à competição com uma vitória sobre Portugal (2-0), nesta sexta-feira. noite, em Valenciennes, para a sua entrada na disputa da nova Liga das Nações.

Os Blues ofereceram as melhores oportunidades da primeira parte com um primeiro remate de longa distância do centro de Oriane Jean-François, aos 9 minutos, brilhantemente disparado por Patricia Morais, a guarda-redes portuguesa. Atenta a um cruzamento de Sakina Karchaoui (10º), voltou a brilhar ao desferir um potente remate de Ève Périsset (17º). Morais, no entanto, teve de se curvar a Grace Geyoro, encontrada com um magnífico pé exterior por Eugénie Le Sommer, que parece encontrar um segundo jovem aos 34 anos (27). A parisiense marcou o 16º gol em 72 internacionalizações, o primeiro desde abril passado contra o Canadá (2-1).

Diante de Sandie Toletti que aproveitou de longe, Morais voltou a mostrar inspiração (29) antes da saída autoritária contra o Le Sommer após cobrança de falta de Bacha (30). A guarda-redes portuguesa teve grande prazer em frustrar “ELS” ao repelir um cabeceamento à queima-roupa após cruzamento de Karchaoui (69º) antes de brilhar novamente com um remate de Geyoro à entrada da superfície (72º).

O inofensivo português

Se defendessem com abnegação, os portugueses dificilmente teriam oportunidade de se mostrar frente ao gol de Constance Picaud, titular no lugar de Pauline Peyraud-Magnin. A guarda-redes francesa passou uma noite tranquila pouco preocupada com o remate de Telma Encarnação (11º) e depois o de Francisca Nazareth (24º), ambos fora da baliza. Apenas Ana Capeta, aproveitando um passe para trás de Vicki Becho e uma mudança de concentração da dupla Renard-De Almeida, arrepiou a porta do PSG (81º).

Se aumentassem o placar logo no final da partida graças a um belo chute de Selma Bacha (90º) que marcou um segundo gol para a seleção tão bonito quanto o primeiro, os azuis deveriam ter se beneficiado de um pênalti por um erro de Catarina Amado em Le Sommer (83º).

Além desta conquista, o segundo período dos Blues foi marcado pelo retorno com a camisa azul de Griedge Mbock, gravemente ferido no ano passado, mas principalmente de Amandine Henry após quase três anos de ausência após conflito com Corinne Deacon. Sua última partida com a seleção foi em 27 de novembro de 2020, contra a Áustria (3 a 0), adversário que os azuis, primeiros do grupo com esta vitória, reencontrarão nesta terça-feira em Viena e que acabam de vencer a Noruega (1 -1).

Aleixo Garcia

"Empreendedor. Fã de cultura pop ao longo da vida. Analista. Praticante de café. Aficionado extremo da internet. Estudioso de TV freelance."

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *