China em apoio às ações europeias antes de Lagarde, notícias da empresa


Wall Street

China em apoio às ações europeias perante Lagarde | Créditos das fotos: Alex E. Proimos / Creative Commons

PARIS, 28 Jun (Reuters) – As principais bolsas de valores europeias subiram no início das negociações nesta terça-feira após as últimas notícias tranquilizadoras sobre a evolução da situação da saúde na China e antes de um discurso altamente esperado de Christine Lagarde, presidente da Comissão Central Europeia Banco (BCE). Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,63%, para 6.085,21.084,49 pontos por volta das 07h45 GMT. Em Londres, o FTSE 100 leva 0,98% e em Frankfurt, o Dax avança 0,4%. O índice EuroStoxx 50 subiu 0,31%, o FTSEurofirst 300 0,71% e o Stoxx 600 0,29%. Os contratos futuros dos principais índices norte-americanos apontam atualmente para uma abertura em alta, o que deve permitir apagar as perdas sofridas na segunda-feira ao final de uma sessão volátil. Os mercados chineses estão em alta acentuada após as declarações do Banco Popular da China reafirmando sua política acomodatícia e, acima de tudo, o anúncio de um encurtamento da duração da quarentena para estrangeiros que chegam ao país: o índice SSE Shanghai Composite ganhou 0,89%. A notícia, que se soma à ausência de novos casos de infecção local em Pequim ou Xangai nas últimas 24 horas, a primeira desde o final de fevereiro, beneficia entre outras ações de luxo como a Kering, que ganha 0,92% ou a Hermès ( +1,08%). Mas os aumentos setoriais mais sustentados voltam a ser para as matérias-primas, cujo índice Stoxx subiu 2,31%, e para a energia (+1,55%). Os investidores aguardam agora o discurso que Christine Lagarde, Presidente do Banco Central Europeu (BCE), deverá proferir a partir das 08:00 GMT no Fórum de Bancos Centrais em Sintra, Portugal. Enquanto alguns acreditam que o pico da inflação já foi atingido, o que deve permitir às autoridades monetárias moderar sua retórica, “outros, mais pessimistas, acreditam que a inflação é estrutural e duradoura e que a ação das usinas bancárias causará uma recessão , especialmente nos Estados Unidos, onde a probabilidade é maior”, explica o Saxo Bank. (Escrito por Marc Angrand, editado por Nicolas Delame)


Chico Braga

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